Um ponto importante desse planejamento é a criação de uma cultura de auditoria em toda a empresa, treinando colaboradores e estabelecendo procedimentos que vão ajudar em todo o processo não só da auditoria que está chegando, mas também em outras que vão ser realizadas no futuro.
Do ponto de vista da gestão, é preciso entender que a auditoria não deve ser encarada como mais uma dor de cabeça burocrática. Ao contrário, ela possibilita que erros e inconsistências em processos sejam encontrados, o que pode inclusive evitar fraudes, sanções causadas por falhas, e ainda podem mostrar quais são os pontos em que o gestor precisa focar em busca de melhorias.
Neste artigo do Blog da Integrade vamos discutir os principais passos para a criação de um plano para auditoria de gestão de patrimônio, de modo que a empresa possa aproveitar de forma consistente os benefícios da auditoria. Acompanhe!
Antes de mais nada é preciso conhecer bem os conceitos que envolvem a auditoria. Ela é um estudo minucioso dos ativos imobilizados da empresa. Três colunas principais serão esmiuçadas durante o processo: o inventário, a depreciação e o teste de recuperabilidade.
O inventário é o levantamento físico (incluindo a localização) de todos os bens da empresa. A depreciação é a perda do valor dos ativos em função do uso e do tempo de vida de cada um. O teste de recuperabilidade é a mensuração do valor que cada um desses bens ainda representa para a empresa.
Existem dois principais tipos de auditoria, a interna e a externa. Sendo que:
● A Auditoria Interna é realizada por um ou mais colaboradores da instituição auditada. Seu principal fim é buscar uma avaliação completa da segurança dos controles internos. Além de apurar a qualidade destes processos, ela pode apontar maneiras de melhorar os pontos falhos.
● A Auditoria Externa é a análise das demonstrações financeiras. Ela é feita por auditores terceirizada e independente, garantindo assim a liberdade na busca pelos resultados, sem pressões internas.
Também é necessário ficar claro que existem outras subdivisões entre as auditorias. Por exemplo, a auditoria financeira, a de cumprimento, a operacional e a de gestão de patrimônio. Cada uma tem suas características e objetivos próprios, mas todas têm em comum a necessidade de seguir as normas expressas pelas NBC TAs (normas de auditoria).
O plano para auditoria de gestão de patrimônio consiste em estabelecer como será cada etapa do processo de auditoria. Cada departamento da empresa que será impactado precisa saber exatamente qual será o seu papel nessa auditoria, e isso exige um trabalho de comunicação interna.
Sendo assim, a preparação para a auditoria deve começar muito antes da chegada dos auditores e tem como ponto de fundamental importância o estabelecimento de procedimentos e objetivos de forma clara e objetiva para todos os colaboradores envolvidos.
Se você acompanha o nosso blog, já conhece bem a importância da gestão patrimonial para os resultados de uma empresa. A excelência nesse tipo de gestão está diretamente ligada a um laudo sem ressalvas da auditoria. Em outras palavras, só há uma boa gestão de bens quando o gestor tem um perfeito conhecimento de todo o seu patrimônio. A auditoria adota procedimentos técnicos para o inventário, depreciação e teste de recuperabilidade, de forma que o gestor tenha um laudo sem ressalvas que realmente expresse a realidade do patrimônio.
Tentar enganar a auditoria é sabotar a própria gestão de patrimônio da empresa. Por isso, adotar medidas para a criação de uma cultura de auditoria, com a perfeita conscientização dos colaboradores sobre a importância desse processo, é de fundamental importância.
Como fazer o plano de auditoria de gestão de patrimônio
Esse plano deve conter informações bem específicas. Por exemplo, como será a divisão dos ativos, qual o tipo de tipo de emplacamento que eles receberão, qual será o tamanho e quem serão os responsáveis pelas equipes. Além disso, devem ficam claros os dados a serem coletados, equipamentos usados, cronograma de ações e onde estão os bens.
Além do planejamento, há a preparação para a realização do inventário de imobilizado. Equipamentos e materiais devem ser comprados, equipes precisam de informações e treinamentos. Isso exige tempo e recursos.
Contar com parceiras que tenham pleno conhecimento de todos esses pontos é um caminho certeiro para o sucesso da auditoria. Uma boa consultoria especializada conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para oferecer os melhores serviços.
Se você procura esse tipo de consultoria especializada, é hora de conhecer uma empresa com essas características. Esse é o caso da Integrade Consulting. Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo e dê faça a mais perfeita preparação para a sua auditoria.
A Avaliação de Bens Imóveis, sejam eles rurais ou urbanos, é hoje de extrema importância nas instituições financeiras e empresas em geral. Ela é uma ótima alternativa para efetivação de negócios ligados à locação e venda de bens imóveis, adequações legais, aceitação de bens em garantia, alienação de imóveis, dentre outros. Esse tipo de laudo é de alta importância para o controle patrimonial e também é indispensável quando há desapropriação, intenção de compra ou venda, arrendamento, alienação, revisão de tributos e quando o bem é usado como garantia de financiamentos bancários. Com isso, a Avaliação de Bens Rurais pode ser usada para a efetivação de diversos negócios. Neste artigo do Blog da Integrade você vai conhecer mais sobre essa necessidade contábil que também é ferramenta de gestão, entender os seus benefícios e como ela deve ser feita para que você não tenha dores de cabeça. Acompanhe!
A avaliação patrimonial conta com vários campos específicos e um deles trata diretamente dos bens rurais. Esse tipo de avaliação é regido pelas normas técnicas NBR 14653-3 da ABNT, a Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Note que há diferenças entre as regras que regem a Avaliação de Bens Rurais e a Avaliação de Bens Urbanos, que é regulada pela NBR 14653-2. Legalmente esses dois tipos de imóveis têm suas próprias características, como deixa claro a Lei n.º 8.629, de 1993:
“Art. 4º Para os efeitos desta lei, conceituam-se: I- Imóvel Rural – o prédio rústico de área contínua, qualquer que seja a sua localização, que se destine ou possa se destinar à exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal, florestal ou agro-industrial.”
Sendo assim, é considerado um imóvel rural não só aquele que fica no campo, mas também o imóvel em território urbano que tem como fim negócios ligados ao meio rural. O conceito está mais ligado à finalidade do imóvel do que à sua localização.
Conhecer esse detalhe representa uma excelente possibilidade de usar os benefícios da Avaliação de Bens Rurais em propriedades que porventura estejam dentro da área urbana, mas que tem como fim as atividades descritas pela lei.
Conhecimento significa oportunidade para qualquer gestor. Quem conhece bem o seu patrimônio tem condições muito melhores de tomar decisões assertivas e só por isso já vale a pena fazer uma Avaliação de Bens Rurais. No entanto, as vantagens desse laudo vão muito além. Ao conhecer o valor real desse tipo de propriedade o gestor tem um controle patrimonial mais preciso, mas também permite a ele uma revisão de tributos que seja mais favorável, além de poder usar o imóvel como garantia para financiamentos bancários, efetivando uma série de negócios.
A Avaliação de Imóveis Rurais também é usada para fazer arrendamentos, alienação do imóvel, desapropriação e também na definição de intenção de compra e venda.
Por falar nas operações de compra e venda, essa avaliação traz ao proprietário um valor bem mais próximo da realidade. Pense bem: se o valor estipulado sem uma excelente avaliação for muito alto, provavelmente esse imóvel ficará “encalhado” no mercado. Por outro lado, um preço subdimensionado significa prejuízo e desperdício de recurso.
Alguns passos bem distintos fazem parte da elaboração da Avaliação de Bens Rurais:
● Definição da Finalidade; ● Levantamento da documentação; ● Realização da vistoria; ● Escolha da metodologia de Avaliação; ● Especificação do laudo
A escolha do profissional que fará a avaliação também é de fundamental importância. Esse especialista precisa conhecer todo o processo de avaliação de bens imóveis e todas as especificidades relacionadas aos imóveis com características rurais.
Além disso, ele precisa ter uma formação na área de engenharia agrícola, engenharia florestal, engenharia ambiental, engenharia agronômica ou outras relacionadas, além de ter habilitação para a elaboração desse laudo.
Uma empresa de consultoria é uma ótima opção para quem busca esse tipo de serviço. Esse é o caso da Integrade Consulting, que oferece serviços de Avaliação de Bens Imóveis, sejam eles urbanos ou rurais, perfeitos para você.
A Integrade conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para oferecer os melhores serviços. A consultoria também conta com ferramentas tecnológicas que modernizam todo o processo de gestão.
Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo e dê faça a mais perfeita Avaliação de Bens Imóveis.
O foco deste tipo de avaliação são bens como veículos (desde carros passando por caminhões, embarcações e até aeronaves), móveis e utensílios, computadores, notebooks e demais equipamentos de informática, máquinas e equipamentos, moldes e matrizes.
Todo laudo de avaliação de máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais para fins de direito, devem ter como fundamentação as normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Especificamente para os bens móveis, é preciso seguir as normas técnicas NBR 14653-5 (veja o campo “Avaliação de bens – Parte 5: Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral”). Além disso, é preciso conhecer em detalhes a Lei 11.638, que permite o ajuste dos bens do ativo imobilizado, desde que baseado em laudo de avaliação desenvolvido por empresa especializada em elaboração de Laudos de Avaliação Patrimonial.
Um detalhe importante para explicar esse ajuste é que a ação do tempo tem um impacto direto sobre o valor do patrimônio de toda empresa. Qualquer equipamento ou veículo passa por um processo de depreciação. Ou seja, o valor de hoje deste patrimônio não é igual ao valor que ele terá no próximo ano. Assim, ajustes são necessários com o passar dos meses.
Os métodos avaliatórios são definidos através de três enfoques básicos de metodologia de Avaliação: ● Método Comparativo ● Método de Custo ● Método de Renda.
Vamos conhecer cada um deles? O Blog da Integrade preparou este artigo para que você conheça mais sobre o assunto e saiba tirar proveito dessa avaliação, que também pode ser considerada como uma excelente ferramenta de gestão. Acompanhe!
Para encontrarmos o valor de um determinado bem é preciso criar parâmetros claros para esse objetivo. Um exemplo é a comparação de um determinado ativo com outro com as mesmas características. Esse método avaliatório é conhecido como Método Comparativo.
Claro, para usarmos esse método é preciso um estudo de um conjunto amplo de dados, de forma que possamos estatisticamente usá-los como uma amostra de mercado.
Também é possível usar para a Avaliação de Bens Móveis o Método de Custo, que consiste na mensuração do valor necessário para reposição de um determinado bem, através de orçamentos detalhados.
Em outras palavras, quanto precisaria ser pago para a construir o mesmo patrimônio já existente na empresa se fossemos comprar os bens nesse momento?
Para se chegar a um valor real, é preciso trabalhar com cotações ou analíticos. Levar em conta a depreciação de cada ativo é outro fator de fundamental importância.
No Método de Renda o olhar é oposto. Ao invés de observarmos o quanto gastaríamos para comprar o conjunto de bens, olhamos para o quanto ganharíamos se vendêssemos os bens móveis.
O Método da Renda, então, que se baseia em valorar o bem a partir da sua possibilidade de receita futura. Neste caso, a Avaliação dos bens Móveis é uma reflexão sobre a valoração econômica dos ativos
A melhor Avaliação de Bens Móveis
Qual é o método mais adequado para cada caso? Bom, essa é uma pergunta que depende de uma série de fatores. Seja qual for a resposta, é preciso entender que a Avaliação de Bens Móveis é uma ferramenta que pode auxiliar (e muito) na tomada de decisão de qualquer gestor.
É sabido que quando o gestor conhece a fundo o objeto de sua gestão, as chances de erros nas decisões são bem menores. É como um jogador de xadrez que te uma visão geral do tabuleiro de jogo, e não apenas de uma parte dele.
Outro ponto de fundamental importância é a escolha do profissional que irá preparar a Avaliação de Bens Móveis. Esse especialista precisa estar devidamente registrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e, como já citamos, atender a todas as exigências da Lei 11.638 e da NBR 14.653 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Uma empresa de consultoria é uma ótima opção para quem busca esse tipo de serviço. Esse é o caso da Integrade Consulting, que oferece serviços de Avaliação de Bens Móveis perfeitos para você.
A Integrade conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para oferecer os melhores serviços. A consultoria também conta com ferramentas tecnológicas que modernizam todo o processo de gestão.
O seguro protege o patrimônio, colaboradores, clientes e fornecedores contra inúmeras eventualidades. Por mais que tentemos evitar, há risco de sinistros, seja na nossa vida pessoal ou na empresa. Quando eles acontecem, isso pode colocar em risco inclusivo o futuro da empresa. Por isso, o seguro é um investimento que precisa ser feito.
No entanto, existem medidas para reduzir o custo do seguro empresarial. Adotá-las significa respeito aos recursos da empresa e, em última análise, uma vantagem competitiva, já que o corte de gastos desnecessários e mais segurança trazem um lucro maior e um custo menor para toda a operação.
Por isso, o Blog da Integrade selecionou 5 dicas para que o peso deste custo seja menor no orçamento da sua empresa, reduzindo riscos e mantendo patrimônio e pessoas em segurança. Acompanhe.
Existem medidas para baratear o seguro antes memo de contactar uma seguradora. Elas são simples e muitas vezes nem são muito dispendiosas. É o chamado gerenciamento de riscos. Essas medidas fazem parte de uma cultura de prevenção de riscos, uma série de cuidados não só com a prevenção de acidentes, mas também com o aumento da a segurança do patrimônio. Adotar um sistema de acesso seguro, cercas e sistemas de monitoramento, manutenção dos sistemas elétricos, instalação de para-raios e a criação de protocolos internos e externos de segurança estão entre essas medidas que reduzem o preço do seguro.
Um colaborador que tem a exata noção dos riscos inerentes ao seu trabalho está muito mais protegido contra a possibilidade de acidentes. Protocolos simples, quando adotados, reduzem os riscos à integridade física de todos. Palestras, videoaulas e treinamentos podem ser adotados como forma de levar conhecimento para todos os funcionários da empresa para combater riscos de acidentes e até para que a segurança do patrimônio seja mantida.
As situações de risco existem e precisam ser conhecidas. Só para exemplificar, em um país como Brasil, em que temos índices altos de criminalidade, uma empresa de transportes precisa investir em medidas que reduzam o risco de roubos de carga. Da mesma forma, é preciso ser feito um mapeamento das instalações e atividades da empresa, seja qual for o ramo, evitando riscos não só ao patrimônio, mas também à integridade de colaboradores, fornecedores e clientes.
Existem as mais variadas coberturas oferecidas pelas mais diversas seguradoras. Elas estão diretamente ligadas à vulnerabilidade da empresa a ameaças. Dessa forma, há coberturas mais simples e baratas, que podem ser contratadas quando os riscos são maiores. Por outro lado, quando o risco é maior, será necessária uma cobertura mais complexa e, obviamente, mais dispendiosa. Fique atento também aos seguros obrigatórios que alguns ramos de atuação exigem. Não contar com a cobertura obrigatória coloca a empresa também em risco de sofrer sanções como multas.
Ter um parceiro adequado ao seu lado no momento do planejamento do seguro e também na contratação da apólice é uma ideia que pode gerar uma grande economia. Quando especialistas estão acompanhando cada passo desse processo temos uma maior segurança que os passos corretos estão sendo tomados. Esse profissional tem também as informações necessárias sobre quais são os seguros obrigatórios, quais são as coberturas mais necessárias (ainda que não sejam obrigatórias) e quais seguradoras apresentam a melhor relação custo-benefício, Além disso, faz parte da expertise deste profissional conhecer as normas impostas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o órgão governamental que controla e fiscaliza o mercado de seguro. Uma empresa de consultoria é uma ótima opção para quem busca esse tipo de serviço. Esse é o caso da Integrade Consulting, que oferece serviços de avaliação de seguros perfeitos para você. A Integrade conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para oferecer os melhores serviços. A consultoria também conta com ferramentas tecnológicas que modernizam todo o processo de gestão. Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo e dê faça a mais perfeita avaliação de seguros.
Se você ainda não fez a Revisão da Vida Útil do seu ativo imobilizado este ano, está atrasado! Essa é uma obrigação anual que consta na Lei nº 11.638/07, que visa a unificação das regras brasileiras com as da International Accounting Standards Board (IASB). Além da Revisão da vida útil, essa lei também impõe a necessidade de fazer a revisão do valor residual do ativo imobilizado.
Você conhece esses conceitos? Conhece os benefícios que ele pode trazer para a gestão dos ativos? Caso tenha essas dúvidas, veio ao lugar certo. O Blog da Integrade explica cada detalhe para você. Confira!
O que é a Revisão de Vida Útil do Ativo Imobilizado
A Revisão de Vida Útil do Ativo Imobilizado é o ajuste contábil do valor dos bens de uma empresa considerando a passagem de tempo.
Você deve estar lendo este artigo em um smartphone, um computador de mesa ou um notebook, certo? Busque se lembrar o quanto você pagou por este equipamento e imagine por quanto você poderia o vender neste exato momento.
É claro que o valor atual de venda vai ser menor do que o valor de aquisição do produto novo. Isso acontece porque o equipamento está usado e passou por um processo de depreciação. É assim com qualquer bem que você tenha, seja na sua casa ou na empresa.
Acontece que no meio empresarial há necessidades contábeis que não temos em casa, como as impostas pela Lei nº 11.638/07. No entanto, o bom gestor sabe bem que as regras não são meras burocracias. Na verdade, um bom Laudo Técnico de Revisão de Vida Útil é uma ferramenta excelente para a gestão dos ativos. Com ele você pode realizar previsões de investimento de forma muito mais assertiva. O cálculo de projeção do fluxo de caixa do negócio é muito mais próximo da realidade quando o gestor tem boas informações em mãos.
O profissional responsável pelo Laudo Técnico de Revisão de Vida Útil precisa conhecer muito bem o Pronunciamento Contábil CPC 27, que tem como objetivo a normatização contábil dos Ativos Imobilizados de uma empresa.
Dois pontos deste Pronunciamento Contábil são de extrema importância para a Revisão da Vida Útil do Ativo imobilizado: o valor depreciável e o período de depreciação.
Vamos explicar melhor. Todo bem tem suas próprias características e a previsão de o quanto ele pode ser usado é mensurável. Assim, ele tem um Valor Justo ao ser adquirido e, com a passagem do tempo, a sua Vida Útil vai se esgotando, gerando um Valor Residual.
O regime de trabalho, assim como o uso inadequado de um determinado ativo também têm impacto sobre a depreciação do bem e, por consequência, na sua vida útil.
Pense novamente no seu computador, notebook ou smartphone. Se o equipamento for usado em uma sala climatizada, ele terá uma vida útil mais longa. Já se ficar exposto ao sol por longas horas, a depreciação será muito maior.
Outro fator relevante é a obsolescência tecnológica. Novas tecnologias estão surgindo a todo momento, tornando os recursos de equipamentos mais antigos desinteressantes sob o ponto de vista da produtividade, e levando o seu valor residual para baixo.
Há a necessidade legal de um Laudo de Revisão de Vida Útil anual para qualquer empresa. No entanto, cabe ao gestor determinar quando ele quer dar esse passo da gestão dos ativos. A legislação não define, por exemplo, se essa revisão contábil deve ser realizada no começo ou no fim do ano fiscal.
Existem pelo menos cinco passos bem distintos para que a mais perfeita gestão de ativos imobilizados seja realizada. São eles: ● Inventário patrimonial; ● Avaliação dos ativos; ● Revisão da vida útil; ● Determinação da taxa de depreciação; ● Teste do Impairment.
Cada um desses passos é de fundamental importância para que o gestor tenha o mais perfeito controle patrimonial. Os seguir é uma necessidade sob o ponto de vista legal e também para obter dados concretos que sustentem a gestão.
Uma boa empresa de consultoria é uma ótima opção para quem este em busca melhorar a gestão do patrimônio. Esse é o caso da Integrade Consulting, que oferece serviços para o Controle Patrimonial perfeito.
A Integrade conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para um serviço perfeito. A consultoria também conta com ferramentas tecnológicas que modernizam todo o processo de controle do patrimônio.