Gestão de Ativos: 5 dicas para melhora-lo

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Fazer a perfeita gestão de ativos imobilizados de uma empresa significa responsabilidade administrativa e a preservação de recursos importantes que podem ser investidos no core business.

Caso você ainda não saiba, o ativo imobilizado é o conjunto dos bens que permitem uma empresa funcionar e que têm valor superior a R$ 1.200. Assim, móveis, computadores, máquinas, veículos e até o imóvel onde a empresa está instalada são parte dos imobilizados.

Qual é a melhor hora de fazer a manutenção dos carros, investir em tecnologias mais modernas de computação, trocar as mesas e cadeiras dos escritórios ou fazer uma reforma no prédio? Cada uma dessas perguntas deve ser respondida pela gestão do patrimônio.

Quando bem efetuado, este tipo de gerenciamento evita gastos desnecessários, otimiza a utilização dos bens, coíbe fraudes e, no fim das contas, economiza o dinheiro da empresa. Isso significa mais recursos para outras áreas ou ainda uma margem de lucros maior.

Há ainda a questão contábil. A correta gestão patrimonial é uma necessidade legal regida pela Lei 11638 e pelos Pronunciamentos contábeis CPC 01 e CPC 27. Falhas na execução podem gerar penalidades para a empresa.

Se a sua gestão de ativos Imobilizados ainda não é perfeita, é hora de “arrumar a casa”, você está perdendo dinheiro e sob risco fiscal. É hora de implementar mudanças e o Blog da Integrade Consulting apresenta 5 dicas. Acompanhe!

Gestão de ativos passo a passo

Existem pelo menos cinco passos bem distintos para que a mais perfeita gestão de ativos imobilizados seja realizada. São eles:

Inventário patrimonial: é a verificação de cada bem da empresa e seu estado de conservação e a etiquetagem de todos os ativos.

Avaliação dos ativos: é a avaliação do valor justo de cada um dos itens do inventário patrimonial, levando em consideração sua vida útil, o valor que pode ser recuperado com a venda de determinado bem e ainda o custo de uma possível reposição.

Revisão da vida útil dos bens: qualquer bem passa por depreciação e em algum momento precisará ser reposto. Há regras para o cálculo da depreciação do ativo imobilizado;

Determinação da taxa de depreciação: é a avaliação da taxa de depreciação de cada item levantando no inventário, ou seja, o valor que cada bem perde por ano.

Teste do Impairment: também conhecido como teste de recuperabilidade, esta etapa testa se o valor recuperável de um bem é menor do que o valor registrado na contabilidade (teste normatizado pelas Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC TG 01 (R3) – Redução ao valor recuperável de ativos).

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Individualize o controle dos bens

Ainda na fase do inventário a equipe responsável deve etiquetar todos os bens da empresa. Placas de identificação em cada bem do ativo imobilizado e vincule as mesmas ao controle patrimonial.

As etiquetas estão ligadas ao sistema de Tecnologia da Informação, o que facilita o controle de depreciação, movimentações internas, processos de manutenção, até chegar ao momento da baixa. Se você precisar de qualquer informação sobre o ativo, basta acessar o programa, o que pode ser feito até pelo smartphone.

Conte com a tecnologia

Aliás, a tecnologia interliga a gestão do patrimônio com todas as outras áreas da empresa. Com o software correto, é possível cruzar dados e gerar relatórios com muita facilidade. Isso ajuda muito o empresário ou o gestor na tomada de decisões estratégicas.

Há no mercado excelentes opções de programas que otimizam o trabalho das equipes responsáveis não só pelo inventário, mas também por cada passo da gestão do patrimônio, reduzem bastante o risco de erros e facilitam todo o processo.

Conheça cada regra do ativo imobilizado

O trabalho é extenso e de fato é complicado. A gestão patrimonial mais perfeita exige análises técnicas detalhadas, e avaliações de valores por meio de uma metodologia definida pelas normas técnicas da ABNT, IBAPE e INMETRO e por regras impostas por pronunciamentos técnicos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis).

Toda essa burocracia é necessária para que a contabilidade praticada aqui no Brasil seja adequada às normas internacionais e para que a empresa não corra o risco de penalidade. Por isso, é necessário profissionais capacitados para encabeçar essa gestão e treinar os demais colaboradores, criando uma cultura de cuidado com os bens e com as informações na empresa.

Busque o apoio de especialistas

Se você acompanhou cada uma das dicas, já percebeu que ter especialistas cuidando deste assunto é fundamental. O problema é que nem todas as empresas dispões de profissionais com essa qualificação.

Neste caso, há consultorias que elaboram planejamentos estratégicos para que a gestão de patrimônio das empresas estejam de acordo com todas as regras. E mais: estes especialistas têm em mãos as ferramentas para que o processo tenha a máxima eficiência.

Quer saber mais? Converse agora mesmo com os especialistas da Integrade Consultingconheça as melhores ferramentas para a sua gestão de ativos imobilizados.

Tipos de baixa Ativo imobilizado

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A diferença entre os variados tipos

de baixa do ativo imobilizado

O ativo imobilizado é o conjunto dos bens que fazem com que a empresa funcione no dia a dia. Ora, sem computadores, mesas, cadeiras, maquinário, veículos e até imóveis, não há empresa! A gestão de todo este patrimônio é fundamental e gera recursos para a empresa, basta entender melhor os tipos de baixa de ativo imobilizado e cumprir os procedimentos necessários.

Este tipo de gestão otimiza o uso dos bens da empresa, elimina desperdícios e maximiza os recursos direcionados para a área.

Saber a hora certa de investir em manutenção e compreender quando é preciso comprar de novos bens são maneiras de usar os recursos de forma mais inteligente. Da mesma forma, transformar em dinheiro o ativo imobilizado que já não tem mais vida útil é ter responsabilidade com os bens.

De acordo com o CPC 27, o valor contábil de um item do ativo imobilizado deve ser baixado por ocasião de sua alienação ou quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou alienação.

Contudo, há procedimentos diferentes para cada tipo de baixa de ativo imobilizado. Neste artigo você vai conhecer cada um deles. Confira!

Venda

Imagine um item do ativo imobilizado como um computador. Depois de alguns anos, mesmo usado com muito cuidado pelos colaboradores, ele terá passado por um processo de deterioração e a sua vida útil já estará finalizada. Outra possibilidade é o surgimento de uma nova tecnologia que torne aquela máquina obsoleta ainda durante a sua vida útil.

No entanto, mesmo que ele não sirva mais para o dia a dia da empresa, ele pode ser usado em outras instituições. Ou seja, ele segue com valor de mercado e, desta maneira, pode ser vendido, com o dinheiro da operação retornando para a empresa.

Note que estamos usando como exemplo um computador, mas qualquer outro item do inventário de imobilizados pode estar nesta mesma situação.

Este é o tipo de baixa do ativo imobilizado mais comum. A alienação por venda precisa é claro, ser documentada. Além disso, a apuração do resultado da venda é uma necessidade contábil. A conta “Resultado da Venda de Imobilizado” pode ser negativa (no caso de haver saldo devedor superior ao valor da venda) ou positiva, se houver ganho na venda

Obsolescência ou Sucateamento

Quando o ativo não pode ser vendido, seja porque ele se tornou obsoleto para o uso dentro ou fora da empresa, ou porque está sucateado, ele também deve ser baixado. Neste caso há cuidados a serem tomados.

É preciso ter bastante atenção porque o fato de o bem estar fisicamente ou contabilmente depreciado não autoriza a baixa contábil. Isso só acontece quando houver a baixa física, ou seja, quando ele definitivamente deixa o patrimônio físico da empresa.

Nos casos em que não é possível comprovar essa saída física do bem, é necessário o registro na determinação de Lucro Real e da CSL de “prejuízo não operacional idedutível”.

Inexistência Física

Aqui cabe uma explicação adicional. Um dos passos de uma perfeita gestão patrimonial é a criação de um inventário de imobilizados, uma lista de todos os bens da empresa que estão neste grupo.

A Inexistência Física ocorre quando um bem existe contabilmente, mas não é encontrado fisicamente na empresa, seja por um erro na elaboração do inventário, extravio, descarte sem a necessária comunicação ou qualquer outro motivo.

Quando isso ocorre é necessária uma investigação sobre o ocorrido, seguido de um parecer da seção imobilizado que deve receber a aprovação da diretoria. É importante citar que essa operação pode ser contestada pelo Fisco e quando isso acontece a empresa pode sofrer penalidades.

Sinistros

Quando um bem protegido por seguro sofre um sinistro, o valor da indenização será considerado do ponto de vista contábil como receita operacional.

Neste caso, o valor é debitado da conta do ativo circulante e creditado como receita operacional. Assim como acontece no caso de uma venda, é necessária a apuração de lucro ou prejuízo nesta operação.

Doação

É possível também a baixa do ativo imobilizado por doação, mas ela deve ter caráter filantrópico. O valor da doação será o valor total do imobilizado menos a depreciação acumulada.

Dação em Pagamento

É quando um imobilizado é usado em uma operação como se fosse dinheiro. Ou seja, quando a empresa faz um pagamento usando um item do ativo imobilizado.

Do ponto de vista contábil, o procedimento é o mesmo utilizado no caso da venda, com a devida apuração do valor residual contábil que será o custo da venda de imobilizado.

Conheça a Integrade Consulting

A Integrade Consulting é uma empresa especializada em controle patrimoninal e avaliação, com uma solução completa para gestão patrimonial de bens. Entre em contato com um de nossos consultores especializados. E agende uma visita comercial para conhecer melhor o que nossos profissionais podem fazer pelos processos e sistemas de sua empresa. Conheça também nossas soluções e viste nosso Site Institucional.

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Reduza a carga tributária da sua empresa

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Use os incentivos fiscais e reduza a

carga tributária da sua empresa

Os incentivos fiscais são um grupo de políticas econômicas dos governos municipal, estadual e federal que têm como objetivo facilitar a chegada de capitais a uma determinada área. Em outras palavras, o governo abre mão de alguns impostos para que as empresas possam operar em sua área.

Note que, do ponto de vista de empresários e gestores, esses incentivos representam uma ótima possibilidade de obter vantagem competitiva. A região ganha ao aquecer a sua economia e criar empregos e as empresas pagam menos tarifas (ou até não paga uma determinada taxa).

Uma empresa que tem um planejamento fiscal bem elaborado certamente conhece todos os incentivos dos quais pode se beneficiar. O problema é que nem todas têm profissionais qualificados ou o conhecimento para se valer dos descontos, isenções, compensações e outros modelos que reduzem a carga tributária.

Nó aqui no Blog da Integrate Consulting levantamos as principais renúncias fiscais que podem tornar a sua carga tributária menos pesada. Acompanhe!

Leia também! O que é Gestão Fiscal?

Incentivos Fiscais Municipais

A lista de incentivos fiscais municipais pode variar bastante, dependendo de onde você está lendo este artigo. O Brasil tem 570 municípios e cada um tem suas próprias regras. Um tipo de incentivo muito comum dentro das cidades é a isenção ou descontos no pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para uma determinada atividade ou para quem paga à vista.

Muitos governos municipais também oferecem descontos do ISS (Imposto sobre Serviços) para empresas instaladas em seu território.

Incentivos Fiscais Estaduais

Mais uma vez, há diferenças entre as renúncias fiscais em cada um dos estados. Entre as principais estão a redução da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para determinas áreas de atuação.

Muitos estados também contam com programas que incentivam a criação de Parques Tecnológicos e/ou empresas de inovação, de informática, atividade industrial que gere mais empregos e muitas outras modalidades. Procure a secretária de finanças do seu estado para ter uma lista completa.

Leia também! Conheça o Ciap

Incentivos Fiscais Federais

Este é um incentivo, como o próprio nome diz, do governo nacional, isto é, a empresa tem uma tributação federal menor. Neste caso, existe um pré-requisito: a organização precisa operar sob o regime de Lucro Real. Quem recolhe impostos por Lucro Presumido ou Arbitrado, ou ainda quem usa o sistema do Simples Nacional, não pode usar este incentivo.

As renúncias fiscais são válidas para as mais diversas áreas de atuação. A indústria, tem vários exemplos:

  • Redução do II (Imposto de Importação) para indústrias que compram linhas usada;

  • Desoneração IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para máquinas e equipamentos;

  • Isenção do PIS/Pasep e da Cofins para empresas exportadoras;

  • Alíquota zero para PIS/Pasep, Cofins, PIS/Pasep-Importação, Cofins-Importação e IPI, para empresas Empresas fabricantes de semicondutores e displays.

  • Outros.

  • Se a sua empresa não for do ramo industrial, sem problemas, também pode se valer de incentivos. Há redução de impostos, em especial IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), IPI (Imposto de Produto Industrializado) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) para quem investe em áreas como o esporte, projetos audiovisuais, projetos culturais, tecnologia, inovação e pesquisa científica.

    Incentivos Regionais

    Há ainda incentivos que agregam toda uma região e que tem que o objetivo fomentar a atividade em uma determinada área do país. O caso mais famoso , sem dúvida, a Zona Franca de Manaus, criada em 1957.

    Empresas que investem nesta região têm incentivos como isenção da contribuição de PIS/Pasep e Cofins, isenção do IPI, redução de até 88% do Imposto de Importação sobre insumos destinados à industrialização e redução de 75% do IRPJ.

    Mais recentemente, em 2009, foram criadas as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs), com vários incentivos para empresas exportadoras que aceitarem se instalar e promover o desenvolvimento em regiões menos industrializadas como Parnaíba-PI, Pecém-CE e Cáceres-MT, no Mato Grosso.

    Conte com Especialistas

    Vivemos em um país em que a carga tributária é enorme. As regras exigem a atuação de profissionais para que não haja o risco de problemas com o Fisco. Este sistema, no entanto, também oferece boas oportunidades, que muitas vezes não são aproveitadas por falta de conhecimento.

    É bem possível que exista um incentivo fiscal do qual a sua empresa pode se beneficiar. Buscar uma parceria com uma empresa que tenha consultores especialistas na gestão fiscal é um meio de conhecer melhor as possibilidades e buscar vantagens competitivas importantes.

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    Avaliação da empresa: O que é Múltiplo EV/EBITDA

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    Múltiplo EV/EBITDA: O que é

    e o seu impacto na avaliação da empresa

    Muitos empresários e gestores ainda não sabem que conhecer o valor da empresa é uma ferramenta de gestão das mais poderosas. E mais: não conhecem o conceito de Múltiplos EV/EBITDA e como ele é aplicado na avaliação da empresa na obtenção do valor da organização.

    Em primeiro lugar, a avaliação da empresa não tem como objetivo necessariamente a venda dela. Conhecer o seu valor é um indicador de quais áreas estão funcionando melhor e quais precisam de ajustes. Ou seja, é uma espécie de bússola para a tomada de decisões mais assertiva.

    O processo pelo qual se avalia quanto vale uma empresa é chamado de Valuation e ele tem três principais método: o Fluxo de Caixa Descontado, o Valor Patrimonial e os Múltiplos de Mercado. Um desses múltiplos é conhecido como EV/EBITDA. Siga neste artigo, conheça este método e quais são os seus benefícios!

    Leia também! Conceito de Valuation

    O que são os Múltiplos, EV e EBITDA?

    Para entender este método, é preciso conhecer os três conceitos que compõe o Múltiplo EV/EBITDA.

    • Múltiplos são as relações entre o preço de uma ação e o risco, o lucro, a liquidez, o valor patrimonial ou outra variável do mercado, como o EBITDA.

    • Enterprise Value (EV) é o valor da firma. O EV é um cálculo que leva em conta a capitalização de mercado de uma empresa, sua dívida de curto e longo prazos, e o caixa no balanço da empresa.

    • :EBITDA é uma abreviação da sigla Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Ou em um português claro, lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização.

    A avaliação da empresa que leva em conta estes conceitos ajuda a análise de balanços contábeis, de forma a descobrir o potencial de gerar caixa na atividade fim. Ele também mensura a evolução ao longo de determinados períodos de tempo, da produtividade e da eficiência da empresa.

    Como é feita a Avaliação da empresa por Múltiplos EV/ EBITDA

    A fórmula na verdade é bem simples, o múltiplo é igual ao valor de mercado dividido pelo EBITDA:

    Múltiplo = EV / EBITDA.

    Outra peculiaridade é que este método não leva em consideração despesas pontuais (como a contratação de uma assessoria), impactos de turbulências econômicas (como a flutuação de câmbio) e nem outras despesas que não serão necessariamente repetidas no futuro (como o pagamento de uma eventual multa paga a órgãos de fiscalização.

    Da mesma forma, a fórmula não leva em conta impostos ou taxas de juros, já que estes índices mudam a cada país. Ao descartar todos estes elementos mais voláteis da equação, o EV/EBITDA se torna um indicador que pode ser entendido em qualquer parte do mundo, tornando mais fáceis transações internacionais.

    Por que usar (ou não usar) Múltiplos EV/EBITDA?

    A facilidade de fazer negócios com empresas no exterior é fundamental, principalmente nos dias de hoje em que a globalização é uma realidade e os meios tecnológicos facilitam a comunicação com qualquer parte do planeta.

    Contudo, essa não é a única vantagem da utilização dos Múltiplos EV/EBITDA. O modelo mede o quão eficientes são os processos da empresa, o que o torna um instrumento para que o empresário ou gestor possa se apoiar ao tomar decisões estratégicas.

    Em movimentos de mercado como fusões ou incorporações de empresas, o método mostra de forma clara a capacidade produtiva da empresa e recompensa essa eficiência em seu valor.

    Apesar das vantagens, o método também tem seus problemas. Imagine uma empresa que aplicou uma parte de seu capital e tem altos índices de ativos financeiros. Este investimento, que vai possibilitar novas possibilidades para a empresa não entra no cálculo do EBITDA.

    Como qualquer outro método de Valuation, os Múltiplos EV/EBITDA têm aspectos positivos e negativos. O ideal é contar com o conhecimento de especialistas em avaliação que possam cruzar os dados deste método com outros de forma a obter o valor mais próximo da realidade da empresa.

    Saiba muito mais!

    Não se engane! Jogar o preço da empresa para o alto pode afastar interessados em possíveis negócios. Por outro lado, subvalorizar a corporação certamente vai representar prejuízos tanto em negociações quanto no resultado financeiro final.

    Se você busca excelência de gestão, deve contar com parceiros que possam fazer a mais perfeita avaliação da empresa, dentro das normas legais e com a transparência que os negócios exigem.

    Se você ainda tem dúvidas em avaliação da empresa. Entre em contato agora mesmo com os especialistas da Integrade Consulting.

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