Você sabe quanto vale a sua empresa? Essa é uma pergunta mais importante do que parece e a resposta dela é encontrada no processo de Valuation. O valor mais justo de uma organização não é apenas a soma de seus ativos, há muitas outras variáveis que precisam ser analisadas para encontrar o número perfeito.
Podemos entender este conceito como uma avaliação do valor da empresa ou mesmo como uma arbitragem deste valor. É a precificação de uma corporação.
Seja qual for o processo escolhido, o valuation tem como base uma completa avaliação financeira da empresa, assim como do setor na qual ela atua e isso é um exercício de autoconhecimento de uma organização.
Pense conosco: os termos valor, custo e preço têm o mesmo significado? Eles aparentemente são similares, mas que na verdade são conceitos bem diferentes:
É preciso ainda entender o mercado, quanto vale o conhecimento adquirido pela empresa na produção de um produto ou na elaboração de um serviço, como os consumidores se relacionam com a empresa e qual é a perspectiva de crescimento do negócio.
Descubra agora: o que é benfeitoria?
Obras que tem como fim tornar o imóvel mais agradável ou esteticamente mais bonito. Uma nova fachada, uma obra para deixar os jardins mais bonitos ou a construção de um espaço de lazer podem ser colocadas na categoria de benfeitoria voluptuária.
Antes de falarmos exatamente sobre o que é benfeitoria, pense no seguinte cenário: você precisa de uma obra no imóvel em que a sua empresa está instalada. Este trabalho pode ser de ampliação, para melhorar o uso do local, para deixar a fachada mais bonita ou até para a construção de um espaço para melhorar a vida dos funcionários.
Essas obras são as chamadas benfeitorias, e têm sua própria regulamentação do ponto de vista fiscal que deve ser observada.
Quem paga a conta das benfeitorias em imóveis de terceiros, locador ou locatário? Quais são os tipos de benfeitorias? Quando há (ou não há) direito à indenização? Como funcionam a amortização e a depreciação?
Bom, este é um assunto que gera muitas dúvida então vamos a elas passo a passo.
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Tipo de benfeitorias: necessárias, úteis e voluptuárias
Benfeitoria Necessária: Quando a obra tem como objetivo a conservação do imóvel, evitando que ele se deteriore, ela se enquadra como benfeitoria necessária. A manutenção de um telhado ou reparos no sistema elétrica podem ser classificados desta maneira. Gastos assim devem ser lançados na contabilidade como Despesas de Manutenção.
Benfeitoria Úteis: Já quando a obra tem como objetivo tornar o imóvel mais confortável, seguro ou ainda ampliar sua utilidade, ela é classificada como benfeitoria útil. A grosso modo, são obras que trazem mais conforto e segurança para o local. Podemos exemplificar citando os casos da construção de uma garagem ou a instalação de grades de proteção nas portas ou janelas.
Benfeitorias Voluptárias: A terceira classificação diz respeito àquelas obras que tem como fim tornar o imóvel mais agradável ou esteticamente mais bonito. Uma nova fachada, uma obra para deixar os jardins mais bonitos ou a construção de um espaço de lazer podem ser colocadas na categoria de benfeitoria voluptária.
Segundo o Parecer Normativo CST nº 104 de 1975, as benfeitorias com o prazo de vida útil igual ou menor que um ano ou as que tratam de despesas de conservação e reparos (como uma nova pintura no imóvel ou serviços de manutenção), deverão ter os custos contabilizados diretamente como despesas operacionais, que são dedutíveis.
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Benfeitorias com direito à indenização
As benfeitorias voluptuárias, não são indenizáveis e podem ser levantadas pelo locatário ao fim do contrato de locação, desde que a retirada não afete a estrutura e a substância do imóvel.
Há casos em que os contratos têm uma cláusula expressa prevendo que, ao efetuar as construções ou benfeitorias, o locatário não poderá reclamar indenização dos gastos efetuados.
Para este tipo de benfeitoria, há a possibilidade de amortização dos gastos, obedecendo o prazo de vigência estipulado no contrato. As regras estão expressas no Parecer Normativo CST nº 210 de 30/11/1973.
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Contratos sem referência à clausula de Indenização
Cada obra é diferente e algumas benfeitorias podem custar milhares ou até milhões de reais para o responsável. A possibilidade de ter a indenização sobre este valor gasto existe.
Isso comprova a importância de contar com profissionais qualificados e com a expertise necessária no momento da elaboração e da assinatura de contratos de locação. Contar com alguém que tenha as condições necessárias para fazer uma análise perfeita de todas as cláusulas pode evitar grandes dores de cabeça e gastos desnecessários no futuro.
Se você ainda tem dúvidas sobre Benfeitoria. Entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo!
Fique por dentro dos CPCs de avaliação patrimonial
Contabilidade. O termo por si só já assusta muita gente que não domina as contas e a matemática aplicada à vida real. Mas conhecer os conceitos e o que significa cada um deles não é tão complicado quanto parece. Por exemplo, quando o assunto é Avaliação Patrimonial, um tema muito importante é o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Você já ouviu falar sobre ele?
O CPC é, basicamente, um grupo formado por 6 entidades que discutem as normas da contabilidade no Brasil e emitem Pronunciamentos Técnicos sobre a área. Até o ano de 2005, os debates sobre a contabilidade no país eram feitos separadamente: cada estado e município tinham o próprio estudo e as próprias considerações. Enquanto isso, o mundo já discutia os patrimônios e as riquezas de forma mais uniforme.
O CPC foi uma forma de unificar a contabilidade no Brasil. Desde que foi criado, o comitê aponta as diretrizes da contabilidade: o que pode, o que não pode e o que é recomendável nos estudos sobre a gestão patrimonial das entidades e instituições.
Até hoje são 49 pronunciamentos feitos pelo CPC. Para você, que precisa fazer a Avaliação Patrimonial, a Integrate separou quais são as principais informações sobre o tema e as publicações mais importantes do comitê sobre a Avaliação Patrimonial. Siga lendo e saiba mais!
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Qualquer bem possui um valor de mercado. Imóveis, marcas e bens móveis tem um preço diferente de acordo com o período do ano, tempo de uso, localização, valor de mercado dentre muitos outros fatores.
Fazer estes cálculos requer muito estudo e domínio do conceito de Avaliação Patrimonial. A regulamentação de como deve ser feita a avaliação de cada patrimônio é determinada em diversos pronunciamentos, mas você precisa conhecer os principais.
Para quem tem uma empresa e vai avaliar o patrimônio, o CPC 27 é o mais importante. Neste pronunciamento está determinado como deve feita a valoração de cada ativo em diferentes negócios. Chamados de ativo imobilizado, cada bem que uma empresa possui tem uma diferente valoração de acordo com o uso e o tempo de vida útil.
O CPC 46 é outro pronunciamento fundamental para avaliar o valor justo de um bem, de acordo com o que está sendo feito no mercado. A avaliação de valor justo se concentra naquilo que o CPC considera como objeto primário de mensuração contábil: os ativos e passivos.
Conhecer estes dois CPCs é muito importante para você ter uma noção de como é feita a cobrança em cima dos ativos de uma empresa. Um bom especialistas na área têm o domínio total sobre como devem ser feitas declarações, cobranças e avaliações corretas de todo o patrimônio.
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Por que eu devo conhecer um CPC?
É importante conhecer conceitos básicos dos pronunciamentos do CPC para poder avaliar se o contabilista que você contratou está fazendo um trabalho perfeito. Além do mais, para quem faz gestão de um negócio, é preciso ter noção de todas as burocracias envolvidas.
Veja bem, mesmo que você não tenha o domínio de todos os conceitos, é muito bom ter uma noção básica sobre aquilo que envolve o patrimônio da sua empresa, seja ela pequena, média ou grande.
O especialista vai trazer a avaliação patrimonial completa e indicar os valores envolvidos no seu negócio, mas é você quem vai ter de tomar decisões a partir do momento em que você sabe o valor da sua empresa.
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Converse com especialistas
Seguir os padrões contábeis e conhecer todos os seus bens ajuda, não só a seguir as exigências fiscais, como pode ser crucial na tomada de decisões.
Delimitação de estratégias, mudar os rumos da empresa, ter de reavaliar os rumos do seu negócio são situações normais e que têm ligação direta com o valor material do que está envolvido.
Mas estudar contabilidade a fundo demanda muito tempo. Por isso, mesmo tendo noção sobre o tema, é sempre importante ter um especialista na área para garantir que a sua Avaliação Patrimonial será feita da forma adequada e que a sua empresa será valorada de acordo com o que o mercado exige.
Para isso, ter profissionais que conhecem o seu negócio é fundamental. Ter segurança e confiança quando se está lidando com um profissional da contabilidade é importante para garantir que a sua empresa não seja prejudicada.
Converse com os especialistas da Integrade Consulting, saiba mais sobre este processo e prepare a sua empresa para o futuro!
Sobra contábil: o que é e como fazê-la
Trata-se das sobras de ativos patrimoniais que foram imobilizados para fins de balanço e que constam no controle formal da empresa – ou seja, é a classificação dada para os itens que existem no cadastro contábil, mas que não foram localizados fisicamente no inventário físico.
Dentro da Gestão de Ativos Imobilizados, é muito comum nos depararmos com situações adversas referentes aos bens de um inventário e nisso se encaixa a sobra contábil.
A maioria destes ativos exigem um processo de controle mais minucioso para quem faz esta gestão. Manter estas informações perfeitamente atualizadas durante todo o ciclo de vida dos bens do empreendimento é um desafio enorme e complexo.
Não é incomum surgirem diversas divergências durante estes processos e principalmente depois que é realizado o levantamento do inventário físico. Dentre estas situações, iremos destacar neste artigo a Sobra Contábil.
Para entendermos melhor sobre as sobras contábeis, ou sobras de inventário, vamos imaginar o seguinte cenário:
Durante uma avaliação em uma determinada empresa que contenha ainda saldo em estoque, o contador identificou que a quantidade física de produtos em estoque é significativamente maior que a quantidade sistêmica dos mesmos.
Analisando as probabilidades desta anomalia, foram levantados as possíveis seguintes falhas:
1. Foi feita a venda de um produto “X”, porém foi realizada a saída (entrega) em estoque de um produto “Y”.
2. Houve um lançamento de saída no sistema de gestão de estoque do produto sem que tenha acontecido a saída física do mesmo.
3. Inversão de estoques (sim, é possível).
4. O produto “X” foi adquirido, mas na entrega e/ou entrada do estoque, houve a inserção de produto “Y”.
Quaisquer uns destes equívocos podem ter gerado esta discrepância na hora de criar o inventário, apontando uma quantidade superior de produtos no sistema e inferior no estoque, ou vice versa.
Este tipo de anomalia, damos o nome de Sobras, sendo a sobra contábil ou física.
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Qual a diferença entre as sobras contábeis e sobras físicas?
Sobra Contábil: Trata-se das sobras de ativos patrimoniais que foram imobilizados para fins de balanço e que constam no controle formal da empresa – ou seja, é a classificação dada para os itens que existem no cadastro contábil, mas que não foram localizados fisicamente no inventário físico.
As causas para as sobras contábeis podem ser diversas, tais como: quebra ou sucateamento do bem (baixa física), extravio, perdas ou falha no processo de levantamento das informações, roubo, furto, etc.
Sobra Física: É a classificação dada para os bens que existem fisicamente (foram localizados no inventário), mas que não possuem correspondente contábil (não possuem lastro contábil).
As causas para sobras físicas geralmente são bens que foram contabilizados erroneamente no momento de sua aquisição (exemplo: foram contabilizados como despesas).
Conforme vimos, estas definições deixam ainda mais mais clara a diferença entre os tipos de sobras.
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Mas então, o que fazer com a sobra contábil e física?
Diante deste cenário, onde não é possível realizar a rastreabilidade das saídas invertidas, como então é possível emitir as notas fiscais de entrada suportando as diferenças entre estoque lógico e estoque físico de acordo com a lei?
É preciso que seja emitido um relatório para cada tipo de sobra, sendo um somente das sobras contábeis e outro para as sobras físicas, visando “alinhar” o que está no estoque físico e sistêmico e dar fim a anomalia.
Desta forma, dar-se início a um processo denominado “saneamento”, onde são descobertos os motivos para tal discrepância e os meios para evitar que ela aconteça novamente.
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Saneamento
Esta é a última fase do projeto de Inventário Patrimonial ou de um processo de Gestão de Ativos Imobilizados, e seu objetivo é eliminar as sobras contábeis e sobras físicas, analisando caso a caso as causas e buscando solucionar o problema.
Ao eliminar todas as possíveis causas (relacionadas no início do artigo), caso ainda persista a existência de sobra contábil e física, não havendo mais nenhum outro recurso para resolver a questão, é possível efetuar-se a apropriação dos valores contábeis não conciliados através de uma base proporcional aos valores avaliados dos itens físicos não confrontados, com o objetivo de não alterarmos valores totais por conta, nem mesmo a cota de depreciação mensal de cada uma das contas contábeis.
Feito isto é possível finalizar esta fase, momento onde obteremos a base de todos os bens: Conciliados, sobras físicas e sobras contábeis, em um novo cadastro, sendo que as sobras contábeis e as sobras físicas são enviadas para um centro de custo e conta contábil específicos para análises e verificações futuras, caso necessário.
Conclusão
Situações como estas demonstram a complexidade que as empresas podem enfrentar ao trabalhar para manter seus bens contabilizados e monitorados de forma efetiva.
Para gerir ativos de maneira profissional e evitando erros como estes, a adoção de recursos tecnológicos sempre é a opção mais recomendada.
Através da automação comercial e industrial, máquinas e softwares de última geração, é possível fazer a leitura de todos os bens da empresa e gerir melhor suas movimentações, evitando anomalias como as Sobras Contábeis.
Caso sua empresa ainda não possua este tipo de tecnologia implementada e/ou ainda não realizou um inventário patrimonial, é altamente recomendável que busque o quanto antes realizar este procedimento com o objetivo de alinhar e organizar cada vez mais os bens do seu negócio.
Se você ainda tem dúvidas sobre o que é sobras contábeis. Entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo!
Gestão fiscal: evite os 5 erros mais comuns
Saiba como evitar os 5 erros mais comuns na gestão fiscal das empresas
Excelência na Gestão Fiscal elimina muitos riscos que a empresa corre no momento de uma auditoria de dados, mas não devemos pensar na gestão eficiente dos recursos que serão destinados para o pagamento de taxas e impostos apenas como uma ferramenta para evitar sanções. Isso já é um erro! Saiba como evitar os 5 erros mais comuns na gestão fiscal das empresas.
A perfeita gestão fiscal é encarada por empresários mais experientes como uma arma na batalha por melhores resultados. Ela é um verdadeiro diferencial competitivo e faz toda a diferença entre um resultado negativo e um positivo.
Com a gestão fiscal é possível pagar menos impostos de forma legal, aproveitar incentivos definidos pelas esferas municipal, estadual e federal e ainda recuperar créditos.
Mas para aproveitar as vantagens, é preciso se esquivar de uma série de erros administrativos muito comuns mesmo em grandes corporações. o Integrade Consulting preparou esse artigo para mostrar quais são os cinco erros mais comuns na gestão fiscal. Confira!
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Erro 1 na gestão fiscal: desinformação
Vivemos em um país que muda as regras do jogo tributário com uma frequência enorme. Lembre-se que o pagamento de impostos muda de um estado para outro e até mesmo de uma cidade para outra. Nesse contexto, novas regras surgem o tempo todo.
Conhecer quais são os melhores caminhos na busca pela elisão fiscal (prática contábil que permite adequar uma empresa ao formato mais vantajoso de pagamento de impostos) é uma necessidade do gestor, mas não é só isso.
Como já citamos, a gestão fiscal também leva em conta a procura por incentivos dos quais a empresa pode se beneficiar (eles são vários!) e ainda a busca por recuperação de créditos. Estar atento às mudanças da legislação é uma necessidade urgente.
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Erro 2 na gestão fiscal: despreparo
Fiscalizações vão bater à porta da sua empresa uma hora ou outra, isso é um fato. Nesse sentido, estar preparado para lidar com a situação sem correr riscos é mais uma necessidade da área tributária.
Uma autuação do Fisco ocorre se não houver impostos pagos, documentos arquivados e declarações entregues. Portanto, deixar para amanhã o que já poderia estar feito na área tributária é um erro que pode acabar afetando bastante no balanço da empresa.
Erro 3 na gestão fiscal: falta de visão ampla
Pense com a gente: a empresa opera dentro de uma cidade, isso é óbvio. No entanto, não é raro que ela faça negócios com municípios vizinhos. Por vezes, há relação comercial também com outros estados e também com outros países. Já deu para notar a complicação que isso representa para quem cuida da gestão tributária?
Ficar atento ao local é bom, mas é sempre importante manter uma visão ampla, observando por exemplo incentivos federais que podem beneficiar a empresa ou oportunidade no exterior para fazer exportações com um custo geral mais baixo.
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Erro 4 na gestão fiscal: operar em modo analógico
Não é raro uma pessoa imaginar que a estação de trabalho de um contador é uma mesa lotada de papéis e com algumas calculadoras para ajudar nas contas. Brincadeiras à parte, essa visão retrógrada deve ser deixada no passado.
Hoje vivemos a Era da Indústria 4.0 e isso impacta também no trabalho do contador. Ferramentas digitais de gestão com as quais o gestor pode buscar dados diretamente no smartphone, informações na nuvem e relatórios elaborados com os mais diversos cruzamentos de dados são uma realidade que deve estar presente em qualquer corporação.
Erro 5 na gestão fiscal: falta de planejamento
Antes de realizar é preciso planejar. Sem um planejamento adequado, é muito possível que recursos sejam alocados para outras áreas e acabe faltando dinheiro para os pagamentos. Impostos não pagos em dia ganham multas, onerando ainda mais a empresa, e podem até terminar em sanções do Fisco.
Quando há excelência na gestão de impostos, já se sabe antecipadamente quando e como devem ser os pagamentos. Mais do que isso, a empresa pode se planejar para aproveitar programas de benefícios fiscais e reduzir ainda mais o fardo dos impostos.
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Como deixar esses erros no passado?
Há muitas empresas que não têm um setor contábil estabelecido, e os desafios ficais acabam sendo assumidos por quem não entende tanto do assunto. Nesse caso, é muito comum que um ou mais desses cinco erros acabem aparecendo.
Contar com parceiros que tenham experiência e know-how em soluções voltadas para a melhoria da gestão fiscal pode ser a diferença entre o lucro e o prejuízo, e ainda mais: entre a sobrevivência ou não da empresa.
A Integrade Consulting é uma consultoria que pode fazer com que essa balança penda a favor da boa saúde financeira da sua empresa. Nossos profissionais experientes e especializados, estratégias e softwares modernos e eficientes, trazem as melhores soluções para a sua área fiscal.