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Como é feita a avaliação da vida útil

do Ativo Imobilizado

Se você é um empresário ou um gestor com alguma experiência no controle patrimonial da sua empresa, sabe que a avaliação da vida útil do ativo imobilizado é uma obrigação contábil estabelecida pelo CPC 27.

Na prática, este Pronunciamento Contábil determina como deve ser feito o cálculo da depreciação dos bens da companhia. Para isso, variáveis como a vida útil econômica de cada ativo e a sua idade refletem no cálculo e permitem que as demonstrações contábeis estejam perfeitamente atreladas à realidade de um determinado momento da empresa.

Essa gestão patrimonial pode ser feita pelo departamento contábil da empresa ou ainda por consultoria, que ofereça um serviço de outsourcing de processos. Ou seja, como se trata de um serviço bem específico e que se não for perfeito pode terminar em penalidades, contar com especialistas no assunto é bastante recomendável.

Caso você não conheça bem estes termos, não se preocupe, vamos explicar um pouco melhor o que cada um deles significa a partir de agora.

Ativo Imobilizado e o controle patrimonial

O ativo imobilizado é o conjunto de todos os bens da empresa que tem durabilidade maior do que um ano. Todos os instrumentos palpáveis que criam condições para que a organização disponibilize o seu produto ou serviço final ao mercado está enquadrado neste conjunto.

Assim, o maquinário, os veículos, computadores, salas, o imóvel onde a empresa está instalada, móveis, ferramentas, são parte do ativo imobilizado, que também é conhecido como ativo fixo.

A gestão de todos estes bens é um processo altamente necessário, no qual cria-se conhecimento e monitoramento de todo o patrimônio. A partir deste controle é possível elaborar relatórios com informações estratégicas para empresários e gestores.

Além disso, o controle patrimonial é uma necessidade contábil definida pela Lei 6.404/1976, (artigo 179), e pelo Pronunciamento Contábil CPC 27. Um perfeito controle do patrimônio elimina riscos de penalidades por possíveis erros nas demonstrações contábeis da empresa.

Um perfeito controle patrimonial é dividido em cinco etapas:

Inventário: A primeira etapa é a preparação de um inventário que deve listar todos os bens da empresa. Os bens recebem plaquetas de identificação durante esta parte do processo.

Avaliação dos ativos: Essa etapa é o tema deste artigo e será detalhada em seguida. A avaliação dos ativos consiste em identificar o custo de reposição e o valor justo dos bens, assim com a vida útil de cada item do inventário.

Revisão das vidas úteis dos imobilizados: A vida útil é o tempo que a empresa espera utilizar um determinado item do ativo imobilizado. De forma mais prática, é preciso saber quanto tempo um bem está sendo usado e por quanto tempo espera-se que ele ainda seja útil para as atividades da empresa.

Determinação das novas taxas de depreciação Conhecendo o Valor Justo e o valor residual, calcula-se uma taxa de depreciação anual do ativo, que é diluição contábil do valor do bem ao longo de sua vida útil remanescente

Teste de Impairment Por fim, é necessário aplicar o teste de recuperabilidade dos ativos, também conhecido como Teste de Impairment. É nesta etapa que se verifica se a desvalorização do ativo excede o valor recuperável.

Como se dá a Avaliação da Vida Útil do ativo imobilizado

Nessa etapa da gestão patrimonial encontra-se o Valor Justo dos ativos. Este é um passo importantíssimo do Controle Patrimonial, uma vez que determina valores reais e atuais dos bens da empresa.

Para a realização da Avaliação da Vida Útil do ativo imobilizado é necessário seguir uma série de procedimentos técnicos que serão finalizados com a elaboração de um Laudo de Avaliação Patrimonial. Este documento apresenta os valores que a venda dos bons provavelmente gerariam de receita para a empresa, caso fossem vendidos dentro do ano fiscal.

A partir destes valores é possível determinar a vida útil do bem, o que é um dado estratégico. Ao conhecer a vida útil do ativo, o empresário ou o gestor tem condições ideais para definir quanto, quando e como é necessário investir em manutenção ou na reposição de determinado item.

Além disso, essa etapa dá um amplo panorama sobre a condição financeira do patrimônio ao fornecer os reais valores que o ativo imobilizado representa. Essa é uma informação fundamental quando, por exemplo, o empresário ou o gestor precisa precificar a empresa a partir de um processo de Valuation.

Conte com especialistas

Quando a gestão patrimonial é falha, a empresa está sujeita a furtos e desvios de bens, autuações fiscais decorrentes de omissões de receita, terá prejuízo com a gestão de reposição por falta de informações corretas e não estará preparada para operações como fusões, aquisições ou cisões.

O perfeito controle do ativo imobilizado só é realizado quando há conhecimento, por isso este processo requer especialistas que nem sempre estão alocados na empresa. Se este é o seu caso, pesquise bastante e busque ajuda externa de uma consultoria com um excelente serviço de Outsourcing.

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